domingo, 23 de janeiro de 2011

Sim, eu mereço!

Ás vezes me pego perguntando como chegamos até aqui. Como cheguei neste ponto de conjugar os verbos na primeira pessoa do plural. Você é o todo de uma pequena parte "anarquista" minha, que busca a liberdade verdadeira, a zona de conforto (e encontra).
Me sinto incrivelmente bem ao seu lado, de uma maneira que nunca senti antes. Como se eu pudesse ser inteiramente Camila, mostrando partes do meu eu tão escondidas que surpreendem a mim mesma.
Nossa sinceridade e cumplicidade nos transformam em versões melhoradas dos antigos Napoleão e Camila. E eu mal consigo entender este sentimento todo. Te amo em todos os contextos, em cada detalhe. Imagino uma vida com você, em que as rugas, que hoje são apenas ligeiros sinais de linhas de expressão, vão se tornar profundas marcas do tempo e eu as amarei mais profundamente ainda, como se conhecesse todas as histórias por detrás delas.
Sou profundamente grata ao que quer que tenha influenciado você a olhar para mim em algum instante. Pode estar escrito nas estrelas, ser coisa divina ou do cupido ou simplesmente lei da atração. Não importa. Antes, achava sinceramente que não te merecia, mas hoje acho que tudo se encaixa.
Creio que cada pedaço de história que eu tenha vivido antes de você seja para que hoje eu mereça cada beijo, abraço e carinho seus. Ansiosamente esperados, desejados.
Eu só quero que você saiba que eu te amo, como nunca amei ninguém.

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